Obesidade infantil causada pela má alimentação e sedentarismo

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“Hoje em dia as crianças passam cerca de seis horas por dia no computador, videogame ou vendo TV, além do padrão alimentar da população brasileira estar mudando: as pessoas estão deixando de comer arroz, feijão e verduras para comer alimentos super industrializados e carnes gordurosas”, completa Machado.

A pediatra e Nutróloga Christiane Araujo Chaves Leite, membro do Departamento de Nutrologia e Suporte Nutricional da Sociedade Brasileira de Pediatria, diz que o ambiente em que a criança está também promove ganho de peso. “Às vezes ela vive em um ambiente obesogênico, onde ninguém se alimenta de maneira saudável, todos consomem muitos alimentos gordurosos e açucarados. Essa forma de vida é determinadora da obesidade”

Um mau exemplo, com consequências muito graves, é a criança ser obesa na infância (até seis anos), ela tem um maior risco de excesso de peso durante a fase adulta. Se ela, porém, perde peso na adolescência o risco de excesso de peso reduz na fase adulta.

Poder ver seu bebê gordinho e cheio de dobrinhas é uma alegria para muitos pais, mas para que a criança não tenha excesso de peso, é preciso cuidar da alimentação, desde a saída da maternidade. “Desde cedo não é aconselhável comer chocolate ou exagerar nos doces. Quanto mais a ingestão desses alimentos for retardada, melhor para a criança, pois assim vai aprender a comer frutas, legumes, verduras, arroz, feijão e carne”, explica Christiane, da Sociedade Brasileira de Nutrologia.

Quando crescem um pouco, muitos pais dão recompensas para as crianças quando elas comem bastante e preocupam-se quando a criança recusa comer. A pediatra Christiane diz que isso é um erro porque a criança estará sendo forçada a comer porções maiores, o que poderá tornar um mau hábito.

“É possível confiar na saciedade da criança, mas é preciso prestar atenção no que ela come durante o dia. Se ela fez um lanche muito farto e próximo do horário do jantar, ela realmente vai estar saciada e não se deve insistir. O melhor, porém, é fazer lanches leves para que a criança chegue até a refeição principal com apetite”, explica, ressaltando que essa refeição deve ser balanceada. “Se a criança está comendo menos, mas mantém um bom peso e boa estatura, não há motivos para preocupação”, afirma a nutróloga.

Para a endocrinologista, existem aquelas crianças que são um “saquinho sem fundo”, com um apetite insaciável. Para estas, ela recomenda que, se a criança pedir para repetir o prato, que a segunda porção também seja balanceada como a primeira. “Se na primeira vez ela comeu arroz, feijão, carne e verduras, na segunda vez ela não pode repetir só a carne, o arroz e o feijão, mas sim também as verduras, assim a quantidade da refeição não ficará muito calórica e continuará nutritiva”, explica, lembrando sempre da fruta como sobremesa. 

Os conceitos de peso ideal e excesso de peso são muitas vezes errados. De acordo com endocrinologistas, 90% das pessoas pensam que uma criança de peso normal está muito magra “É preciso verificar o Índice de Massa Corporal (IMC) de acordo com a idade antes de afirmar se a criança está muito magra”, explica.

Fonte: saude.ig.com.br

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0 #1 profile 01-11-2018 10:33
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